Produtos sem glúten, mais do que uma tendência

glúten

Um estudo recente sobre o fenômeno dos alimentos sem glúten prova que todos os pacientes celíacos compartilham o mesmo desejo de encontrar lojas com uma boa ética para comprar seus alimentos com segurança.

A investigação sobre este problema foi concluída e verifica-se que os produtos atualmente disponíveis podem ser diferentes dos oferecidos há alguns anos, mas ainda há muito trabalho a ser feito para melhorar a aceitabilidade.

Quanto aos ingredientes básicos

Pessoas intolerantes têm grande dificuldade em obter todos os ingredientes básicos de suas preparações de pão e pastelaria. Durante esta pesquisa sobre o uso de produtos sem glúten em Estrasburgo, os consumidores afirmam que a principal dificuldade reside na própria certificação dos produtos.

Por exemplo, para tudo o que é amido de milho ou amido de tapioca, existe disponibilidade em lojas orgânicas, porém nem todos os produtos possuem certificação sem glúten. Muitas pessoas intolerantes entenderam agora que, embora o grão básico seja sem glúten, o processamento pode muito bem incluir vestígios, isso é chamado de contaminação cruzada.

Portanto, a garantia da ausência total de glúten (20 partes por milhão) é obrigatória antes de se proceder ao ato de compra de ingredientes para os consumidores mais conscientes.

Farinhas como a de arroz devem ser garantidas.

Estatísticas sobre o uso de alimentos sem glúten provam que muitos celíacos decidiram não se preocupar em misturar várias farinhas para o pão ou receitas de panificação.

Portanto, a solução mais simples é preparar uma mistura sem glúten que possa ser usada com segurança e facilidade, pois a maior parte é certificada.

Porém, notaremos que para aqueles que continuam usando farinhas cujos grãos originais são sem glúten, estão começando a entender melhor a necessidade de serem certificados.

Uma grande tendência entre alguns distribuidores foi comercializar farinhas feitas de grãos naturalmente sem glúten, como a farinha de arroz. O problema é que esses mesmos distribuidores não garantem a ausência de glúten em suas composições regulatórias.

Biscoitos e outros tipos de bolos

Antes, a tendência era buscar produtos doces já feitos e disponíveis para venda para consumo imediato. No entanto, o mercado evoluiu muito desde então e as pessoas com intolerância ao glúten já não hesitam em fazer as suas próprias receitas caseiras com ingredientes cada vez mais acessíveis.

De acordo com a pesquisa realizada em Estrasburgo, apenas o 20% hoje afirma ter descoberto que os biscoitos e bolos sem glúten oferecidos nas lojas têm bom gosto, e mais de 60% de pacientes celíacos afirmam fazer suas próprias receitas e, portanto, conseguem obter um melhor sabor da comida.

Nem sempre é fácil obter bons resultados, mas muitas vezes o objetivo é alcançado com a experiência adquirida a longo prazo.

A certificação por uma organização continua sendo uma solução indiscutível hoje

Produtos sem glúten são claramente parte de uma moda passageira nas mudanças dietéticas que sacodem o mundo. Mas essa moda não é realmente atribuível aos consumidores, mas aos distribuidores. Após o boom de padarias e outros restaurantes oferecendo produtos sem glúten em seus cardápios, a tendência caiu rapidamente para o nível mais baixo quando eles perceberam que seus produtos não eram garantidos como sem glúten.

Ao mesmo tempo, o entendimento entre aqueles que estão doentes ou sensíveis ao glúten evoluiu e eles entendem muito melhor que a garantia estrita é necessária nos produtos que consomem.

há considerável consciência da certificação, seja por meio do produtor ou de uma organização como a Afdiag, da total ausência de glúten para poder consumir um produto alimentício sem riscos

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